Fiz um teste rápido aqui em casa mesmo e a observação foi a seguinte:
- A 'modelo' não ajuda...
Um pouco sobre minhas observações da vida, do meio ambiente e reflexões sobre o mundo que vivemos.
Fiz um teste rápido aqui em casa mesmo e a observação foi a seguinte:






Bandeira do Império desenhada por Jean-Baptiste Debret e que inspirou a Bandeira Nacional. 
As Estrelas:
Cada estrela de nossa Bandeira representa um dos estados do nosso país.
A estrela Spica situada acima da faixa branca representa o estado do Pará, que em 1889 era o Estado com maior território acima da linha do equador (Amapá e Roraima eram territórios federais até 1988). O Distrito Federal, ao contrário do que muitos acreditam, não é representado por essa estrela, mas sim pela estrela sigma do Octante, também chamada de Polaris Australis ou Estrela Polar do Sul, por situar-se no Pólo Sul celestial (em contrapartida a Polaris, situada no Pólo Norte celestial). Apesar de ser pouco brilhante e estar próxima ao limite de visualização a olho nu, essa estrela tem uma posição única no céu do hemisfério sul, pois é em torno dela que todas as estrelas visíveis giram. Além disso, Polaris Australis sempre está acima da linha do horizonte e pode ser vista em qualquer dia e em qualquer horário de quase todos os lugares abaixo da linha do Equador.
O Hino à Bandeira:
A letra é linda, poética e retrata as maravilhas do Brasil. Foi escrita por Olavo Bilac (1865-1918) com música de Francisco Braga (1868-1945) e apresentada pela primeira vez em 15 de agosto de 1906 segundo o livro Bandeira e Hinos de Gustavo Adolpho Bailly - 1942.
Salve, lindo pendão da esperança,
Salve, símbolo augusto da paz!
Tua nobre presença à lembrança
A grandeza da Pátria nos traz.
Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!
Em teu seio formoso retratas
Este céu de puríssimo azul,
A verdura sem par destas matas,
E o esplendor do Cruzeiro do Sul.
Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!
Contemplando o teu vulto sagrado,
Compreendemos o nosso dever;
E o Brasil, por seus filhos amados,
Poderoso e feliz há de ser.
Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!
Sobre a imensa Nação Brasileira,
Nos momentos de festa ou de dor,
Paira sempre, sagrada bandeira,
Pavilhão da Justiça e do Amor!
Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

* Para saber mais sobre a palestra do Hans Donner no Programa Brasil em Debate na ALESC, acesse o blog da RPPN Rio das Lontras:
fonte pesquisada e fotos: web


fonte pesquisada: folha on line
Nesse vídeo, Eduardo Giannetti acena os principais tópicos que envolvem o termo "Sustentabilidade" no Brasil e no mundo.
Eduardo Giannetti da Fonseca é um economista brasileiro, formado na FEA/USP e em Ciências Sociais pela FFLCH/USP.É PhD em Economia pela Universidade de Cambridge (Inglaterra), onde foi professor de 1984 a 1987. Entre 1988 e 2000 lecionou na FEA/USP, e hoje é professor Tempo integral do Ibmec São Paulo e membro do Conselho Superior de Economia da FIESP.
É autor de diversos livros e artigos, e ganhador dois prêmios Jabuti, em 1994 com o livro Vícios privados, benefícios públicos? (Cia. das Letras, 1993) e em 1995 com o livro: As partes & o todo (Sisciliano, 1995).
Outros livros escritos por Giannetti são:
Beliefs in action (Cambridge University Press, 1991) Auto-engano (Cia. das Letras, 1997) Felicidade (Cia. das Letras, 2002) O Valor do Amanhã (Cia. da Letras, 2005)
fonte: web



Que significa esse rebolado?
Nosso Planeta Terra visto da Lua, num dia de alinhamento. Dois milhões e quinhentos mil artigos científicos são publicados anualmente em 34 mil revistas científicas internacionais. Esse número, apesar de expressivo, não representa nem a metade do conhecimento científico gerado nas universidades e centros de pesquisa ao redor do mundo. Partindo-se do pressuposto que a rápida divulgação da informação é crucial para o avanço do conhecimento, é um contra-senso, num mundo com tantas possibilidades criadas pela internet, qualquer limitação ao acesso e discussão pública da ciência.Fonte: G1 - portal de notícias da globo, artigo de Stevens Reben
Stevens Rehen é presidente da Sociedade Brasileira de Neurociências e Comportamento (SBNeC) e pesquisador do Instituto de Ciências Biomédicas da UFRJ.
1.Afloramentos: Para impedir a contaminação pelo derrame de agrotóxicos, um dia a agricultura que utiliza fertilizantes e pesticidas poderá ser proibida nestas regiões.
2.Aquecimento: Em regiões onde o aqüífero é profundo, as fazendas poderão aproveitar a água naturalmente quente para combater geadas. Ou para reduzir o consumo de energia elétrica em chuveiros e aquecedores.
3.Irrigação: Usar água tão boa para regar plantas é um desperdício. Mas, segundo os geólogos, essa pode ser a única solução para lavoura em áreas em risco de desertificação, como o sul de Goiás e o oeste do Rio Grande do Sul.
4.Aqueduto: Transportar líquido a grandes distâncias é caro e acarreta perdas imensas por vazamento. Mas, para a cidade de São Paulo, que despeja 90% de seus esgotos nos rios, sem tratamento nenhum, o Guarani poderá, um dia, ser a única fonte.
GEOGRAFIA
O Guarani é um dos maiores aqüíferos do mundo, cobrindo uma superfície de quase 1,2 milhões de km². Está inserido na Bacia Geológica Sedimentar do Paraná, localizada no Brasil, Paraguai, Uruguai e Argentina, e constitui a principal reserva de água subterrânea da América do Sul, com um volume estimado em 46 mil km³.A população atual na área de ocorrência do Aqüífero Guarani está estimada em aproximadamente 29,9 milhões de habitantes. Nas áreas de afloramento a população é de cerca de 3,7 milhões de pessoas (12,5 % do total).
O teólogo Leonardo Boff escreveu um artigo no jornal on line O Tempo sobre esse importante aqüífero: A água potável é uma das preocupações maiores da humanidade, pois somente 0,7% dela é acessível ao uso humano. Um bilhão de pessoas tem água insuficiente e 2,5 bilhões não dispõem de saneamento básico. Como na fase planetária da humanidade não há um contrato social mundial que confira caráter civilizado às relações entre os povos, são muitos os que postulam criar tal pacto ao redor daquilo que absolutamente interessa a todos: a água potável.
O Brasil comparece como a potência mundial das águas, pois aqui está 13,8% de toda água doce do planeta. E ainda dispomos, junto com a Argentina, o Uruguai e o Paraguai, do maior aqüífero (águas subterrâneas) do mundo, o aqüífero Guarani. Possui um volume maior que toda a água contida nos rios e lagos da Terra. Antes de mais nada, cabe dizer que não se trata de um lago subterrâneo, mas de uma cadeia imensa de aproximadamente 1,2 milhão de km2 de rochas arenosas, saturadas de água, que ficam, em média, entre 70 a 800 metros abaixo do solo, perpassando oito Estados (70,2% da área do aqüífero): Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A área total do aqüífero é de 1.195.500 km2, superior à soma da França, Espanha e Inglaterra juntos.
Seu surgimento geológico é muito curioso. O aqüífero está assentado sobre um deserto pré-histórico, da era mesozóica (há uns 200 milhões de anos), sobre o qual os ventos formaram extensos campos de dunas. No período do cretáceo (há cerca de 125 milhões de anos), houve formidáveis erupções vulcânicas que recobriram de lava toda aquela região arenosa. Surgiu aquilo que hoje se chama de formação Serra Geral. A lava solidificada estancou a areia de alta porosidade, permitindo grande acúmulo de água, cerca de 48 mil km3 (48 quatrilhões de litros). O potencial de extração, sem riscos para o aqüífero, é da ordem de 40 km3 anuais (cerca de 40 trilhões de litros). O aqüifero não é contínuo. Em vários lugares, como no Paraná, está completamente compartimentado, havendo uma espécie de diques verticais basálticos que isolam as águas, armazenando-as por até 30 mil anos.
Há três tipos de águas no sistema Guarani: tipicamente água doce, com total mineralização, água salobra e água alcalina. O uso principal das águas no Brasil é para abastecimento da população (70%), para uso industrial (25%) e para turismo hidrotermal (5%). Isso é feito lá onde ele aflora ou então por poços cuja profundidade varia de 300 a 800 metros até 1.795 metros de profundidade, conforme as regiões, com vazões da ordem de 75 a 520 m3 por hora.
Os estudos têm revelado que as águas do aqüífero Guarani estão ainda livres de contaminação. Mas em regiões de recarga, especialmente de intensiva atividade agroindustrial, como em Ribeirão Preto, Araraquara e Piracicaba, a vulnerabilidade é maior em razão dos pesticidas.Como o aqüífero envolve quatro países, estão se formulando políticas comuns no sentido de preservar esse bem natural imprescindível e torná-lo disponível não só para nós, mas também para a humanidade sedenta e faminta.
fonte: revista superinteressante, jornal O Tempo, dados de "Aqüifero Guarani" (2004), de Nadia Rita, José Roberto Borghetti e Ernani Francisco da Rosa Filho, imagem web.






Que perigo no trânsito...

Esta é a Villa Hermosa, no México. Também debaixo d'água.
imagem web
