terça-feira, 22 de dezembro de 2009
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
E SE NADA ACONTECER?
E se nada acontecer?
Se os rostos deformados e os sentidos mendigos, os olhos famintos e as mãos que interrogam, a carne que sangra e afoga os desejos;
se tudo isso se transformar em cinza e ausência e a dúvida acenar ainda?
E se o silêncio pesar sobre o grito de angústia, se a esfinge recolher seu sorriso transfigurado, se todos os sonhos forem abortados... e se nada acontecer? E se tudo isso não tiver a menor importância?
domingo, 1 de novembro de 2009
VÍDEO RECORDISTA DE ACESSOS NO CLICRBS E NO YOUTUBE
O vídeo abaixo é um dos mais acessados no país. Luís Carlos Prates falou o que muita gente gostaria de dizer...
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sexta-feira, 2 de outubro de 2009
SANTA CATARINA, MARINA SILVA, SUSTENTABILIDADE

Questionar faz bem. Falar também.
Há mais de um século Freud descobriu a cura de vários problemas fazendo com que as pessoas simplesmente "colocassem para fora" o que estavam sentindo. E hoje a psicoterapia é usada para melhorar a performance do cérebro em todas as áreas. O Meio Ambiente não fica de fora.
Dentro de um tema tão abrangente como a Sustentabilidade, que trata do gerenciamento de recursos - humanos, naturais e financeiros - a discussão pelos limites ambientais definidos é a única maneira de salvar o planeta e descobrir o legado para as gerações futuras. Além de comprar menos, ser mais eficiente no uso da energia, viajar menos de carro e de avião, economizar, fazer investimentos éticos, devemos protestar! O protesto é o carro chefe para mudar o mundo.
Assisti uma entrevista com a Marina Silva (recém coligada ao Partido Verde) no Programa do Jô e foi muito esclarecedora com a "sustentabilidade" no Meio Ambiente. Poucas vezes ouvi definições tão sábias sobre Meio Ambiente como as dela. Como ela disse, Meio Ambiente não é um tema à parte. Deve andar junto com todas as áreas. Ficar batendo no Meio Ambiente como faz o atual modelo econômico é não só andar para trás, é deixar o colapso econômico tomar conta. Porque economia deve andar junto com o equilíbrio ambiental. Crescimento é necessário, mas vai enfrentar sérios problemas se for desordenado, se não houver poíticas públicas que definam até onde se pode ir.
Os países ricos deveriam assumir essa liderança. Mas eles não têm traquejo para isso. Países como o Brasil podem tornar-se uma potência Ambiental. E Marina Silva pode colocar o nosso país no Primeiro Mundo Ambiental.
Ainda pode. Ainda dá tempo de mudar alguma coisa. Não é tarefa simples, não é mágica. É trabalho. Países como a Rússia e a África estão mostrando como o colapso no sistema social traz perdas para o bem-estar humano.
Por isso a necessidade de se criar um sitema econômico robusto e sustentável em termos ecológicos.
Atualmente de acordo com o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) já estamos acima do limite das emissões de carbono e deveríamos reduzir 80% em relação ao ano de 1990 para prevenirmos a interferência no clima mundial. Santa Catarina, assim como o Sul do país vêm amargando tragédias sequenciais desde o "Furacão Catarina".
Recentemente três tornados devastaram cidades como Guaraciaba no oeste catarinense. Logo em seguida muita chuva ameaça novamente o vale do Itajaí e o sul do estado. Lá na Amazônia poderá haver seca.
Parece que a chuva da Amazônia veio toda para o sul e a previsão é que seja assim até o final da primavera. Parece que Santa Catarina vai ter que caminhar para tecnologia se quiser sobreviver aos fenômenos climáticos intensos, além de uma política ambiental eficiente.
Assim como o Japão convive com os terremotos, temos que ter construções que suportem vendavais, tornados, furacões etc. Apesar disso, ainda somos um estado maravilhoso com natureza exuberante e um povo guerreiro. Resta colocar tudo isso e o governante certo para trilhar o caminho do futuro.
O futuro, claro, como sempre está nas nossas mãos!
E queremos deixar para os nossos filhos e netos propostas que façam o meio ambiente tornar-se sustentável. E fazer valer nossas ações!
Foto: RPPN Rio das Lontras
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quinta-feira, 1 de outubro de 2009
CHAPÉUZINHO VERMELHO - VÁRIAS VERSÕES

Aqui vão as mais variadas versões da mesma história vista pelos mais variados meios de comunicação, alguns comunicadores e outros brasileiros:
JORNAL NACIONAL
(William Bonner): ‘Boa noite. Uma menina foi devorada por um Lobo na noite de ontem…’.
(Fátima Bernardes):’… mas a atuação de um caçador evitou uma tragédia’.
PROGRAMA DA HEBE
(Hebe Camargo): ‘… que gracinha gente. Vocês não vão acreditar, mas essa menina linda aqui foi retirada viva da barriga de um lobo, não é mesmo?’
REVISTA VEJA
Lula sabia das intenções do lobo.
REVISTA CLÁUDIA
Como chegar à casa da vovozinha sem se deixar enganar pelos lobos no Caminho.
REVISTA NOVA
Dez maneiras de levar um lobo à loucura na cama.
FOLHA DE SÃO PAULO
Legendada foto: ‘Chapeuzinho, à direita, aperta a mão de seu salvador’. Na matéria, box com um zoólogo explicando os hábitos dos lobos e um imenso infográfico mostrando como Chapeuzinho foi devorada e depois salva pelo lenhador.
O ESTADO DE SÃO PAULO
Lobo que devorou Chapeuzinho seria filiado ao PT.
AGORA
Sangue e tragédia na casa da vovó.
JORNAL SUPER NOTÍCIAS
Lobo mastiga as tripas da chapeuzinho e lenhador destrói tripas do lobo para retirar a garota (foto ao lado da barriga do lobo com as tripas pra fora).
REVISTA CARAS
(Ensaio fotográfico com Chapeuzinho na semana seguinte no Castelo de Caras perto de uma marca de automóvel).
Na banheira de hidromassagem, Chapeuzinho fala a CARAS: ‘Até ser devorada, eu não dava valor para muitas coisas da vida. Hoje sou outra pessoa.’
PLAYBOY
(Ensaio fotográfico no mês seguinte)
Veja o que só o lobo viu.
REVISTA ISTO É
Gravações revelam que lobo foi assessor de político influente.
SUPER INTERESSANTE
Lobo mau! Mito ou verdade?
SUPERPOP
(Luciana Gimenez): 'Geeente! Eu tô aqui com a ex-mulher do lenhador e ela diz que ele é alcoólatra, agressivo e que não paga pensão aos filhos há mais de um ano. Abafa o caso!'
GLOBO REPÓRTER
(Chamada do programa): 'Tara? Fetiche? Violência? O que leva alguém a comer, na mesma noite, uma idosa e uma adolescente? O Globo Repórter conversou com psicólogos, antropólogos e com amigos e parentes do Lobo, em busca da resposta. E uma revelação: casos semelhantes acontecem dentro dos próprios lares das vítimas, que silenciam por medo. Hoje, no Globo Repórter.'
DISCOVERY CHANNEL
Vamos determinar se é possível uma pessoa ser engolida viva e sobreviver.
REVISTA VIP
As 100 mais sexies - desvendamos a adolescente mais gostosa do Brasil!
REVISTA C MAGAZINE
(Ensaio com o lenhador) 'O lenhador mostra o machado'.
REVISTA TITITI
Lenhador e Chapeuzinho flagrados em clima romântico em jantar no Rio.
O GLOBO
Petrobrás apoia ONG do lenhador ligado ao PT, que matou um lobo para salvar menor de idade carente.
O DIA
Lenhador desempregado tem dia de herói.
EXTRA
Promoção do mês: junte 20 selos mais 19,90 e troque por uma capa vermelha igual à da Chapeuzinho!
MEIA HORA
Lenhador passou o rodo e mandou lobo pedófilo pro saco!
O POVO
Sangue e tragédia na casa da vovó.
SP RECORD
Percival, o que vai acontecer agora? O Lobo Mau realmente vai preso?
WAGNER MONTES
Agora veja só você, meu amigo telespectador, minha dona de casa que nessa hora está cuidando do lar, arrumando as crianças para a escola..... vejam só esse covarde de codinome Lobo..... que se acha todo malandrão.... PRA CIMA DELE MINHA POLIÇADA !!!! Alô minha rapaziada da Civil, alô comandante do CORE, aquele abraço, alô meu pessoal do 16º, 22º.... É PRA ARREGASSAR MESMO!!! Bota a cara dele aí na tela produção.... Bota na tela aí.... ESCRAAAAAAAAACHA !!!!!!!!!!
RATINHO
Lobo mau? E eu lá tenho medo dele? Pode vir!!! Mas que tem dedo da vovó ai, tem! Ah! Se tem! Porque aqui a gente fala mesmo, não tem medo e se a véia tiver neste caso vamos contar!
Pode entrar o Lobo, o Chapeuzinho e a vovó!
CIDADE ALERTA
(Datena): '...onde é que a gente vai parar, cadê as autoridades? Cadê as autoridades? A menina ia pra casa da vovozinha a pé! Não tem transporte público! Não tem transporte público! E foi devorada viva... um lobo, um lobo safado. Põe na tela, primo! Porque eu falo mesmo, não tenho medo de lobo, não tenho medo de lobo, não!
JORNAL DA BAND
Joelmir Beating: O lobo só é mau porque a economia não ajudou, porém em terra de lobo mau, que tem um chapeuzinho vermelho é rei.
DOMINGÃO DO FAUSTÃO
Ô Loco meu! Não é por falar, mas este é um lobo da maior qualidade! É muito difícil achar no meio alguém com tantas qualidades, honesto, que cumpre! Orra meu, o Lobo já é cliente daqui!
DOMINGO LEGAL
Nós vamos ajudar este Lobo a voltar para sua casa, afinal ele vive um pesadelo aqui, que entrem nossos amigos que irão ajudar o Lobo…
SONIA ABRAHÃO
Tony?
Tony você está ai?
Sim, aqui, no IML ao lado do corpo da pobre vó, vou tentar ouvir a netinha que chora muito.
Tá bom Tony, olha antes vamos para um intervalo…
Tony, a netinha está ai com você?
Sim Sonia !
Então tá gente, vamos ouvir a netinha, que coisa triste, fala Tony :
Você é conhecida como Chapeuzinho Vermelho, está triste por perder sua vó totalmente multilada como estamos vendo agora. O que você sente? Dor, raiva, alegria, tristeza? O que ela significava para você? Um leitinho á noite antes de dormir, as historinhas, a mão quente pegando a sua mão, e agora, aqui, sem mãos, ou melhor, quase, só falta a cabecinha dela para você poder dar um beijinho... Esta foto em Mongaguá, foi com ela que você tirou em seu aniversário, que lembranças te trazem esta única recordação?
Tony só um minutinho, vamos a um outro merchan falar sobre ….
Tony, nossos convidados querem fazer uma pergunta a pobre Chapeuzinho Vermelho, mas antes vamos a um intervalo e já voltamos…
Tony, você ainda está aí com a Chapeuzinho?
Estou Sonia!
Parece que houve uma reviravolta neste caso, Diretor posso mostrar?
É um exame de DNA que conseguimos provando que Chapeuzinho Vermelho é realmente filha de um importanmte cantor de pagode, podemos mostrar?
Bom, enquanto nosso diretor decide, vamos falar de Natureba Creme….
Posso falar quem é o pai da Chapeuzinho, diretor?
Posso! Bom, não dá mais tempo, amanhã estaremos de volta…
MÁRCIA GOLDSCHIMT
Mexeu com a Chapeuzinho, mexeu comigo! Afinal temos aqui uma revelação, o Lobo, bom, o lobo é… depois dos comerciais eu falo.
SILVIO SANTOS
Mas, mas, é o lobo ou não é???? Posso Falar??? Posso Falar???? É o lobo ou não é?????? Mas, mas , vem cá seu lobo, vem cá!!!!!
LUCIANO HUCK
Loucura! Loucura!!! Vamos dar uma geral no Lobo!!!
AMAURY JÚNIOR
Sem dúvida ( chupando os dentes) o Lobo se tornou uma das maiores personalidades de nossa sociedade, e aqui na casa da Dona Elacyr Gonçalves Silva e Silva Jardim Pinheiro das Tulipas e Costa Nogueira Andrade, acontece um jantar para recepcionar o Lobo que vem de muito trabalho no exterior.
MALUF
Este lobo só é mau porque não teve oportunidade, no meu governo construí trocentos Cingapuras, fiz a água esparaiada, fiz o Ocêano Atlântico, construi a Imigrantes, o aeroporto de Cumbica…
MICHEL TEMER
Se houver um acordo de lideranças, acredito que a CPI do Lobo não sairá, afinal é frágil a denúncia para se colocar em votação pelo plenário da casa…
TURMA DO MENSALÃO
Somos inocentes, não demos o endereço da vovó para o Lobo, nem sabíamos que ele era mau, se tem alguém a quem culpar que seja o copeiro da Câmara, afinal ele tem influências.
PESSOAL DOS DIREITOS HUMANOS
Ora, que absurdo culpar um pobre lobo, cujo instinto é esse mesmo, o de comer, seja lá uma vó, uma neta ou um lenhador, aliás, o lenhador agiu totalmente sem escrupúlos, abusou de seu direito de defesa ao, com seu machado, tentar fazer valer a sua autoridade.
OS SEM TERRA
Companheiros, a luta continua, já que a vovó foi desapropriada pelo Lobo, vamos invadir sua propriedade, não vamos esperar que o Governo publique a desapropriação, a Luta Continua…
JOSÉ SARNEY
Brasileiros e Brasileiras, se fosse no Maranhão iriam dizer que este lobo também se chama Ribamar.
DEPUTADO ( não vale a pena dizer o nome)
Estou me lixando para a vovó, o Lobo o Chapeuzinho e quem mais tiver pelo caminho!
BARACK OBAMA
Ok! that’s the Guy!!!
PROGRAMA RAUL GIL
Ela não tira o Chapéu para…..
Mas tem certeza? Quer dar mais uma olhadinha para ver se não tira mesmo?
Mas o Rodriguinho é tão legal…
Ela não tira o Chapeú para…
THE HISTORY CHANNEL
Reescrevendo a história: a luta jurássica da vovó contra o lobo mau. E mais: os lobos não comem vovós.
MARTA SUPLICY
Ora vovó, relaxa e goza que depois no fim dá tudo certo!
ANA MARIA BRAGA ( aquela que fala com papagaio de espuma e se acha normal)
Acordaaaaa Menina!!! Vamos que hoje temos uma receita fantástica com o Chef Lobon, não é loro José?
FANTÁSTICO
No fantástico desta noite a cura da indigestão através do metódo Lobon Wolf, o metódo usado entre 9 das mais badaladas estrelas de HOLLYWOOD.
E mais, exclusivo: O que levaria um lobo a atacar uma pobre e inocente avó ?
Você vai acompanhar a reconstituição deste crime que chocou a sociedade, com exclusividade e documentos nunca antes mostrados na TV brasileira.
DOMINGO ESPETACULAR
Olá Boa Noite! O Domingo Espetacular começa com uma matéria exclusiva:
A cura da indigestão através do método Lobon Wolf, o método usado entre 9 das mais badaladas estrelas de Hollywood.
REVISTA CONTIGO
Exclusivo: Lobo e Chapeuzinho curtem a badalada noite carioca, flagramos tudo para você!
E mais, exclusivo: O que levaria um lobo a atacar uma pobre e inocente avó?
Você vai acompanhar a reconstituição deste crime que chocou a sociedade, com exclusividade e documentos nunca antes mostrados na TV brasileira.
EU...
Você soube da história da Chapéuzinho Vermelho?
Não? Sério?
Está em todos os jornais, só se fala nisso... (hehehe)
Fonte e foto: web
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quarta-feira, 30 de setembro de 2009
O CÉU NÃO É O LIMITE

A população mundial já beira os sete bilhões de habitantes. E com isso, está cada vez mais difícil encontrar um lugar que ainda não tenha sofrido ação do ser humano.
Preocupados com a situação, os integrantes do site Mother Nature Network criaram uma lista com os “15 lugares mais tóxicos do planeta”. E o Brasil, mesmo com tanto verde, figura na lista com o desmatamento em Rondônia.
Em primeiro lugar no ranking está o rio Citarum, na Indonésia. Nas margens desse rio – um dos mais poluídos do mundo – vivem cerca de cinco milhões de pessoas e sua água, repleta de tudo quanto é tipo de lixo, é destinada para o consumo humano e para irrigar as plantações de arroz próximas.
Entre os lugares que também compõem a lista está Chernobyl, na Ucrânia, e o rio indiano Yamuna – um dos principais afluentes do Ganges e destino final de 58% do lixo da cidade de Delhi.
Mas, se você acredita que a nossa sujeira pára por aqui, errou feio! O céu deixou de ser o limite e junto às explorações espaciais, deixamos um rastro de entulho. Só na órbita terrestre existem cerca de seis mil satélites e, desse total, apenas 800 estariam ativos. E o restante... é lixo.
Veja as fotos dos lugares mais sujos do planeta aqui
Fonte: Blog Planeta Sustentável - Revista Superinteressante.
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sexta-feira, 25 de setembro de 2009
MEIO AMBIENTE VIROU MOEDA DE TROCA
Quando pensei um dia em ter uma área protegida transformada em Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN), uma Unidade de Conservação protegida em caráter perpétuo, tive grande inspiração da Maria Tereza Jorge Pádua, que mostrou um caminho de possibilidades magníficas para a colaboração com o Meio Ambiente. Hoje os desafios são muitos. No seu artigo no O ECO ela diz muita coisa que já pensei em escrever aqui e conversei por aí. Vale a reflexão e o desafio futuro é o Meio Ambiente se encontrar no seu perdido caminho.
QUAL O LIMITE DA DECEPÇÃO?
Maria Tereza Jorge Pádua, no O ECO
As modificações draconianas das normas ambientais, em especial aquelas concernentes ao Código Florestal em vigor no país, ou seja, Lei 4771 de 1965, já se banalizaram a tal ponto que sequer as organizações ambientais mais ferozes estão se mobilizando. É muito preocupante se assistir à derrocada do setor ambiental, sem que a população seja bem informada pela mídia, a ponto de reagir. As próprias autoridades constituídas para cuidarem do meio ambiente propõem constantemente resoluções do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) e modificações da legislação em vigor abrindo as Áreas de Preservação Permanente (APPs) e as Reservas Legais, para não falar de uma corriqueira mudança de categorias de unidades de conservação das mais restritas para as menos restritas.
Tudo vem mudando celeremente em prejuízo claro para a conservação da natureza. Desde que escrevo para Oeco venho constatando e escrevendo sobre as políticas tendenciosas que nossos governantes têm adotado. Meio ambiente virou moeda de troca. As resoluções do CONAMA mais parecem ser dispositivos de ministérios envolvidos profundamente com o Programa de Aceleração do Crescimento, o famoso PAC. Ademais, o próprio CONAMA tem perdido gradativamente as suas atribuições e poderes e é cada dia mais fraco e indeciso. Pior ainda, este governo exerce ameaças constantes e públicas contra o mecanismo de licenciamento ambiental, contra os ambientalistas e até contra os funcionários públicos que cumprem seu dever de exigir trabalho sério das empreiteiras que constroem as obras do governo.
Se pode tudo. Aceitar as “pequenas” centrais hidroelétricas (PCHs) de “baixo impacto ambiental” sem estudos de impacto ambiental, nem relatório de impacto ambiental. E assim as PCHs proliferaram nos rios do Brasil, sem se ter uma visão do que está acontecendo nas bacias ou micro bacias hidrográficas, sem que a sociedade perceba que a maioria provoca sim, grandes impactos ambientais. Comem cachoeiras magníficas, matas ciliares, até capões de araucárias, se interfere no fluxo natural de enchentes e vazantes na planície pantaneira com a maior desfaçatez, se destrói o potencial pesqueiro e se alteram as condições vitais para a fauna. Basta como exemplo, conhecer-se a proposta de PCHs no rio Silveira no Estado do Rio Grande do Sul, que, se autorizadas, afetarão o magnífico Cachoeirão dos Rodrigues e talvez o melhor resquício de mata de araucárias com samambaiaçus gigantes e o fenômeno dos rios que correm paralelos, um deles exatamente o rio Silveira. Para este rio a PCH não tem nada de “pequena”. É, simplesmente, o fim do rio e do enorme potencial turístico da região.
Nas APPs se permite até sistemas agroflorestais sustentáveis, embora se tenha demonstrado até a exaustão que estes sistemas, quando cortam árvores ao invés de plantá-las, são mais que tudo, formas de se provocar mais desmatamentos. Se pode quase tudo nas APPs urbanas, até parques infantis, parques urbanos e ciclovias. Agora também se propõe, e o ministro de meio ambiente parece estar de acordo, que as APPs sejam incluídas nas reservas legais previstas para cada propriedade rural. Mais se propõe que alguns plantios de frutas, ou seja, o uso da permacultura seja considerado factível na Reserva Legal.
Mudam-se constantemente, seja no nível federal ou estadual, categorias de unidades de conservação como Parques Nacionais, Reservas Biológicas e Estações Ecológicas em outras menos restritivas que compõem “um mosaico”, como se o uso do termo salvasse a biodiversidade e /ou os recursos naturais que deveriam ser protegidos para benefício da sociedade. Chega-se ao desplante de chamar as áreas protegidas de “terras congeladas”, como se não tivessem nenhuma utilidade ou objetivo, como se fossem criaturas indesejáveis propostas por lunáticos.
Com tudo isso acontecendo pretende-se, ao mesmo tempo, evitar os desbarrancamentos, as erosões, a sedimentação, as enchentes, as mudanças climáticas, como em um passe de mágica. Claro que o clima também provoca esses fenômenos, mas o uso abusivo do solo, o não se cumprir medidas outrora previstas na legislação, modificada de forma tão irresponsável, acelera as destruições, os desabamentos, as mortes. Por motivos políticos as autoridades constituídas deixam “os pobres” se estabelecerem em áreas de risco, muitas vezes em plenas APPs, que deveriam estar no mínimo cobertas por vegetação natural. Aí quando há mortes a culpa é do clima. E, aproveitando-se da permissividade, os ricos também pulam na ocasião de instalarem residências na beira de rios e nas ladeiras com vista privilegiada.
As áreas protegidas nunca foram tão mal cuidadas ou faladas. Basta que grupos insignificantes de índios, ou quilombolas, ou “populações tradicionais”, bem assessorados por anarquistas, proponham qualquer direito sobre elas, que, sem estudos mais sérios e como que por esmola se dilaceram as unidades de conservação. Dão milhares de hectares, creio que porque nem têm noção do que é um hectare e porque são terras de ninguém e as autoridades do poder público encarregado de administrá-las para o bem comum não as quer na verdade, não lhes importa. Chegou-se ao absurdo de 19 famílias de quilombolas reivindicarem, com o beneplácito das autoridades, mais de 900.000 hectares do Parque Nacional do Jaú, no estado do Amazonas. Há países no mundo que não possuem este tamanho.
A última novidade do CONAMA foi quase aprovar uma minuta de resolução preparada pelo Ministério do Meio Ambiente, ou com sua anuência, e com o beneplácito de ONGs chapa branca diminuindo ou modificando o dispositivo legal ora em vigor que considera restingas APPs. Claro que agora não para agradar os “pobres”, mas os ricos do setor imobiliário que evidentemente querem ocupar as praias e a orla com seus hotéis e resorts de luxo, se possível com campos de golfe, também.
E o que estão fazendo as autoridades federais para interferirem no Código Florestal de Santa Catarina que é flagrantemente contra a disposição da legislação federal? Parece brincadeira se desmatar mais o estado que tanto vem sofrendo com os desastres ditos “naturais”. Digam à população, que se todos tivessem obedecido ao Código Florestal o desastre teria sido muito menor, menos triste, menos prejudicial.
Qual é o limite de irresponsabilidade dos nossos governantes com relação à área ambiental? Já apequenaram o IBAMA, que chegou a ser um órgão respeitado no passado. Já criaram o monstrengo do ICMBio. Já diminuíram o CONAMA. Já compraram a maioria das pequenas ONGs, que hoje são “chapas brancas”. Já fizeram dos órgãos ambientais plataformas para candidaturas de deputados e senadores. Quando vão parar? Qual é o limite que a sociedade desinformada ou mal informada vai aceitar?
QUAL O LIMITE DA DECEPÇÃO?
Maria Tereza Jorge Pádua, no O ECO
As modificações draconianas das normas ambientais, em especial aquelas concernentes ao Código Florestal em vigor no país, ou seja, Lei 4771 de 1965, já se banalizaram a tal ponto que sequer as organizações ambientais mais ferozes estão se mobilizando. É muito preocupante se assistir à derrocada do setor ambiental, sem que a população seja bem informada pela mídia, a ponto de reagir. As próprias autoridades constituídas para cuidarem do meio ambiente propõem constantemente resoluções do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) e modificações da legislação em vigor abrindo as Áreas de Preservação Permanente (APPs) e as Reservas Legais, para não falar de uma corriqueira mudança de categorias de unidades de conservação das mais restritas para as menos restritas.
Tudo vem mudando celeremente em prejuízo claro para a conservação da natureza. Desde que escrevo para Oeco venho constatando e escrevendo sobre as políticas tendenciosas que nossos governantes têm adotado. Meio ambiente virou moeda de troca. As resoluções do CONAMA mais parecem ser dispositivos de ministérios envolvidos profundamente com o Programa de Aceleração do Crescimento, o famoso PAC. Ademais, o próprio CONAMA tem perdido gradativamente as suas atribuições e poderes e é cada dia mais fraco e indeciso. Pior ainda, este governo exerce ameaças constantes e públicas contra o mecanismo de licenciamento ambiental, contra os ambientalistas e até contra os funcionários públicos que cumprem seu dever de exigir trabalho sério das empreiteiras que constroem as obras do governo.
Se pode tudo. Aceitar as “pequenas” centrais hidroelétricas (PCHs) de “baixo impacto ambiental” sem estudos de impacto ambiental, nem relatório de impacto ambiental. E assim as PCHs proliferaram nos rios do Brasil, sem se ter uma visão do que está acontecendo nas bacias ou micro bacias hidrográficas, sem que a sociedade perceba que a maioria provoca sim, grandes impactos ambientais. Comem cachoeiras magníficas, matas ciliares, até capões de araucárias, se interfere no fluxo natural de enchentes e vazantes na planície pantaneira com a maior desfaçatez, se destrói o potencial pesqueiro e se alteram as condições vitais para a fauna. Basta como exemplo, conhecer-se a proposta de PCHs no rio Silveira no Estado do Rio Grande do Sul, que, se autorizadas, afetarão o magnífico Cachoeirão dos Rodrigues e talvez o melhor resquício de mata de araucárias com samambaiaçus gigantes e o fenômeno dos rios que correm paralelos, um deles exatamente o rio Silveira. Para este rio a PCH não tem nada de “pequena”. É, simplesmente, o fim do rio e do enorme potencial turístico da região.
Nas APPs se permite até sistemas agroflorestais sustentáveis, embora se tenha demonstrado até a exaustão que estes sistemas, quando cortam árvores ao invés de plantá-las, são mais que tudo, formas de se provocar mais desmatamentos. Se pode quase tudo nas APPs urbanas, até parques infantis, parques urbanos e ciclovias. Agora também se propõe, e o ministro de meio ambiente parece estar de acordo, que as APPs sejam incluídas nas reservas legais previstas para cada propriedade rural. Mais se propõe que alguns plantios de frutas, ou seja, o uso da permacultura seja considerado factível na Reserva Legal.
Mudam-se constantemente, seja no nível federal ou estadual, categorias de unidades de conservação como Parques Nacionais, Reservas Biológicas e Estações Ecológicas em outras menos restritivas que compõem “um mosaico”, como se o uso do termo salvasse a biodiversidade e /ou os recursos naturais que deveriam ser protegidos para benefício da sociedade. Chega-se ao desplante de chamar as áreas protegidas de “terras congeladas”, como se não tivessem nenhuma utilidade ou objetivo, como se fossem criaturas indesejáveis propostas por lunáticos.
Com tudo isso acontecendo pretende-se, ao mesmo tempo, evitar os desbarrancamentos, as erosões, a sedimentação, as enchentes, as mudanças climáticas, como em um passe de mágica. Claro que o clima também provoca esses fenômenos, mas o uso abusivo do solo, o não se cumprir medidas outrora previstas na legislação, modificada de forma tão irresponsável, acelera as destruições, os desabamentos, as mortes. Por motivos políticos as autoridades constituídas deixam “os pobres” se estabelecerem em áreas de risco, muitas vezes em plenas APPs, que deveriam estar no mínimo cobertas por vegetação natural. Aí quando há mortes a culpa é do clima. E, aproveitando-se da permissividade, os ricos também pulam na ocasião de instalarem residências na beira de rios e nas ladeiras com vista privilegiada.
As áreas protegidas nunca foram tão mal cuidadas ou faladas. Basta que grupos insignificantes de índios, ou quilombolas, ou “populações tradicionais”, bem assessorados por anarquistas, proponham qualquer direito sobre elas, que, sem estudos mais sérios e como que por esmola se dilaceram as unidades de conservação. Dão milhares de hectares, creio que porque nem têm noção do que é um hectare e porque são terras de ninguém e as autoridades do poder público encarregado de administrá-las para o bem comum não as quer na verdade, não lhes importa. Chegou-se ao absurdo de 19 famílias de quilombolas reivindicarem, com o beneplácito das autoridades, mais de 900.000 hectares do Parque Nacional do Jaú, no estado do Amazonas. Há países no mundo que não possuem este tamanho.
A última novidade do CONAMA foi quase aprovar uma minuta de resolução preparada pelo Ministério do Meio Ambiente, ou com sua anuência, e com o beneplácito de ONGs chapa branca diminuindo ou modificando o dispositivo legal ora em vigor que considera restingas APPs. Claro que agora não para agradar os “pobres”, mas os ricos do setor imobiliário que evidentemente querem ocupar as praias e a orla com seus hotéis e resorts de luxo, se possível com campos de golfe, também.
E o que estão fazendo as autoridades federais para interferirem no Código Florestal de Santa Catarina que é flagrantemente contra a disposição da legislação federal? Parece brincadeira se desmatar mais o estado que tanto vem sofrendo com os desastres ditos “naturais”. Digam à população, que se todos tivessem obedecido ao Código Florestal o desastre teria sido muito menor, menos triste, menos prejudicial.
Qual é o limite de irresponsabilidade dos nossos governantes com relação à área ambiental? Já apequenaram o IBAMA, que chegou a ser um órgão respeitado no passado. Já criaram o monstrengo do ICMBio. Já diminuíram o CONAMA. Já compraram a maioria das pequenas ONGs, que hoje são “chapas brancas”. Já fizeram dos órgãos ambientais plataformas para candidaturas de deputados e senadores. Quando vão parar? Qual é o limite que a sociedade desinformada ou mal informada vai aceitar?
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segunda-feira, 14 de setembro de 2009
ONDE APERTA O CALO?
Vivia como um normótico (definição para aquelas pessoas mais que normais) e por isso era feliz.
Só os normóticos são felizes. Só, os normóticos são felizes.
Viajava por muitos lugares. Convivia com muitas pessoas. Muita gente ficava no seu pé, afinal tinha um cargo de muito respeito. Ele confundia as coisas. Achava que estava abafando com toda aquela bajulação, ou melhor, achava que... Fazia o que dava na telha e o que não dava. Já comeu o pão que o diabo amassou, então se achava no direito de ganhar bem. Mas nem tudo são flores na vida. Embora se porte de otimista, daqueles que enxergam soluções maravilhosas para tudo que é ruim, suas respostas às indagações eram péssimas, de tão maravilhosas. Sua postura se some da realidade. Sua proposta não vinga. É um político nato, mas diz que está apenas "aprendendo". Tinha o "espírito livre". Por um acaso outras pessoas não?
Normal, crédulo e popular. Tudo que soa ridículo.
Eu me pergunto: onde aperta teu calo? Me diga, vai. Todos tem o seu. Mesmo que esteja escondido.
Não adianta. A vida é bela para ele. Ele diz que não tem calo. Que é realmente esse ser perfeito.
Mas só que não dorme à noite.
Mas só, que não dorme à noite.
Só, que não dorme à noite.
Só os normóticos são felizes. Só, os normóticos são felizes.
Viajava por muitos lugares. Convivia com muitas pessoas. Muita gente ficava no seu pé, afinal tinha um cargo de muito respeito. Ele confundia as coisas. Achava que estava abafando com toda aquela bajulação, ou melhor, achava que... Fazia o que dava na telha e o que não dava. Já comeu o pão que o diabo amassou, então se achava no direito de ganhar bem. Mas nem tudo são flores na vida. Embora se porte de otimista, daqueles que enxergam soluções maravilhosas para tudo que é ruim, suas respostas às indagações eram péssimas, de tão maravilhosas. Sua postura se some da realidade. Sua proposta não vinga. É um político nato, mas diz que está apenas "aprendendo". Tinha o "espírito livre". Por um acaso outras pessoas não?
Normal, crédulo e popular. Tudo que soa ridículo.
Eu me pergunto: onde aperta teu calo? Me diga, vai. Todos tem o seu. Mesmo que esteja escondido.
Não adianta. A vida é bela para ele. Ele diz que não tem calo. Que é realmente esse ser perfeito.
Mas só que não dorme à noite.
Mas só, que não dorme à noite.
Só, que não dorme à noite.
sábado, 12 de setembro de 2009
CONTRACEPTIVOS CONTRA O AQUECIMENTO GLOBAL?

Um estudo da Optimum Population Trust - ONG inglesa que luta pela redução gradual da população mundial -, sustentado pela London School of Economics, afirma que a expansão do acesso aos métodos contraceptivos, aliado a uma política de planejamento familiar, é cinco vezes mais econômico no combate às mudanças climáticas do que as tecnologias verdes convencionais.
Segundo a pesquisa Fewer Emitters, Lower Emissions, Less Cost (“Poucos Emissores, Baixas Emissões, Menos Custo” em tradução livre), se, de hoje a daqui 40 anos, cada casal gastasse US$ 7 (cerca de R$ 14) com planejamento familiar – leia-se métodos contraceptivos - seria possível reduzir em mais de uma tonelada (US$ 7/ton) as emissões de CO2. Para atingir a mesma quantidade, o emprego de tecnologias de baixo carbono (como, por exemplo, energia eólica ou energia solar) custa ao menos US$ 32.
Utilizando dados da ONU como base – onde o planejamento familiar poderia reduzir as gestações indesejadas em até 72% e, dessa forma, ter meio bilhão de pessoas a menos no planeta em 2050 -, o estudo conclui que 34 gigatons de dióxido de carbono deixariam de ser emitidos, economizando US$ 220 bilhões, caso a gravidez fosse evitada. Ou seja, o mesmo CO2 mitigado por meio das tecnologias verdes custaria aos cofres mais de US$ 1 trilhão.
Embora a pesquisa pareça um pouco chocante, ela tem lógica: o número de pessoas no planeta aumentou; a poluição e a miséria também.
Foto: Dercílio
Fonte: Superinteressante
Marcadores:
assistência social,
sustentabilidade
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
O PAÍS DA PIADA PRONTA
Gente,
Vocês acreditam que o Collor é imortal sem ter escrito nem um único livro? Isso só acontece aqui...
Agora a nova moda do Senado é fazer "leis" para proibirem as pessoas de escreverem internet afora, como nos blogs, microblogs... Estão com medo? Que maravilha a internet!!! Vamos usá-la muito mais ainda. Como disse o Gabeira no seu Twitter: Na derrota, o caminho é a orientação de Thoreau para leis estúpidas: desobedeça".
Acho precipitado essa discussão do pré-sal, mas se o meio ambiente for merecidamente beneficiado, pode ser que valha a pena. Incrível as construções de PCHs (Pequenas centrais hidrelétricas) não possuírem royalties para quem é explorado. Nego chega, faz projeto, consegue as devidas licenças e vende para multinacionais. O resto que se dane!
Mas vamos em frente, que atrás vem gente.
Né gente?
Vocês acreditam que o Collor é imortal sem ter escrito nem um único livro? Isso só acontece aqui...
Agora a nova moda do Senado é fazer "leis" para proibirem as pessoas de escreverem internet afora, como nos blogs, microblogs... Estão com medo? Que maravilha a internet!!! Vamos usá-la muito mais ainda. Como disse o Gabeira no seu Twitter: Na derrota, o caminho é a orientação de Thoreau para leis estúpidas: desobedeça".
Acho precipitado essa discussão do pré-sal, mas se o meio ambiente for merecidamente beneficiado, pode ser que valha a pena. Incrível as construções de PCHs (Pequenas centrais hidrelétricas) não possuírem royalties para quem é explorado. Nego chega, faz projeto, consegue as devidas licenças e vende para multinacionais. O resto que se dane!
Mas vamos em frente, que atrás vem gente.
Né gente?
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