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quarta-feira, 23 de novembro de 2016

ORAÇÃO

Hubert Reeves - astrofísico e ecologista canadiano

domingo, 6 de novembro de 2016

PREGUIÇA DA NATAÇÃO - BBC ONE






terça-feira, 21 de setembro de 2010

DIA DA ÁRVORE

Querida árvore:

O que seria de mim se você não existisse?

Ainda bem que posso comemorar seu dia. Pois você
está sempre pertinho de mim.

Um abraço no seu tronco pelo seu dia e um
beijo nas suas folhas.

E uma poesia do Drummond.

E uma foto minha com você!


Era uma árvore no passeio
e fosse tempo claro ou feio,
havia uma paz de agasalho
dependurada em cada galho.

E foi vivendo. Viver gasta
músculo e flama de ginasta,
quanto mais uma arvorezinha
meio garota-de-sombrinha.


Carlos Drummond de Andrade, Viola de Bolso

terça-feira, 17 de agosto de 2010

CENA BIODIVERSA



sexta-feira, 6 de agosto de 2010

FRIO NO SUL DO BRASIL

Urubici - SC 04/08/2010

Nasci e cresci na bela e Santa Catarina. Bela porque sua natureza surpreende aos milhares de turistas daqui do Brasil e do mundo inteiro que vem conhecê-la. Surpreendente porque muitos acham que aqui pode ser Rússia, Suíça, Itália ou qualquer outro local deste planeta que faça tanto frio e neve quanto a região mais fria do Brasil - Santa Catarina.


Urupema - SC 04/08/2010

Parem de dizer que aqui é outro lugar. Aqui é Brasil sim. Veja  mais fotos aqui!

Uma terra de mil jeitos. Jeitos de natureza e jeitos humanos. Situada ao Sul do Brasil, entre os estados do Paraná e Rio Grande do Sul, Santa Catarina recusa definições. Este pequeno estado brasileiro, com pouco mais de 6 milhões de habitantes, reúne em seus singelos 95,4 mil km² uma diversidade tal de cenários e gentes que deslumbram os que aqui visitam. Praias de areia branca, matas tropicais e serras nevadas. Pescadores açorianos, agricultores italianos e industriais alemães. Uma terra de belos e definitivos contrastes, e por isto mesmo tão fascinante.

Urubici, a 1.820 metros de altitude, é a cidade mais fria do estado, e lá a temperatura chega aos zero graus no auge do inverno. São Joaquim - segundo produtor regional de maçã - recebe maior incidência de neve e, por conseqüência, o maior número de visitantes da região. Lages, mais para o oeste, foi passagem dos tropeiros que ligavam o Rio Grande do Sul a São Paulo e ainda hoje por lá predominam a cultura campeira, o pinhão, o churrasco e o chimarrão.

Estou a 70km do litoral no início desta bela serra. Passou uma semana até criar coragem de escrever esta.  No momento o termômetro marca 14° dentro de casa. Isso é um alento. Quando fizer 18° estarei feliz porque vou ficar com menos casacos...



Pesquisa feita no site de SC.

quarta-feira, 17 de março de 2010

MULHERES DA TERRA

Vídeo muito lindo exibido pela RBS/TV no SC em cena do dia 13 de março de 2010. Mostra a força da mulher camponesa, guerreira e que valoriza a sua cultura e o meio ambiente que vivem.

Ainda quero ter por perto um canto onde possa contar com uma vizinhança tranquila, orgânica. Tenho pensado muito sobre a cultura do veneno, dos agrotóxicos. Onde moro usam herbicidas o tempo todo, todos os dias, nas ruas, nas plantações, nos jardins, nos terrenos urbanos para ficarem "limpinhos", estéreis, mortos.

Igualmente também questiono o modus vivendi que acaba nos consumindo, muito mais do que consumimos. Como nos livrarmos, ou ao menos diminuirmos essa imposição que anestesia as pessoas?
O que fazer para ligar novamente as pessoas nas pequenas grandes coisas? Onde não há som alto, desrespeito, poluição e estupidez?

É para lá que desejo ir.

Essa é a toada do vídeo abaixo, feito pela Márcia Paraíso, a mesma que dirigiu o documentário Mundo Selvagem, em que eu e família participamos. Sensível, inteligente, diferente por mostrar que existe visões diferenciadas, raras e que ainda há sonhos para serem sonhados.




quarta-feira, 30 de setembro de 2009

O CÉU NÃO É O LIMITE



A população mundial já beira os sete bilhões de habitantes. E com isso, está cada vez mais difícil encontrar um lugar que ainda não tenha sofrido ação do ser humano.

Preocupados com a situação, os integrantes do site Mother Nature Network criaram uma lista com os “15 lugares mais tóxicos do planeta”. E o Brasil, mesmo com tanto verde, figura na lista com o desmatamento em Rondônia.

Em primeiro lugar no ranking está o rio Citarum, na Indonésia. Nas margens desse rio – um dos mais poluídos do mundo – vivem cerca de cinco milhões de pessoas e sua água, repleta de tudo quanto é tipo de lixo, é destinada para o consumo humano e para irrigar as plantações de arroz próximas.

Entre os lugares que também compõem a lista está Chernobyl, na Ucrânia, e o rio indiano Yamuna – um dos principais afluentes do Ganges e destino final de 58% do lixo da cidade de Delhi.

Mas, se você acredita que a nossa sujeira pára por aqui, errou feio! O céu deixou de ser o limite e junto às explorações espaciais, deixamos um rastro de entulho. Só na órbita terrestre existem cerca de seis mil satélites e, desse total, apenas 800 estariam ativos. E o restante... é lixo.

Veja as fotos dos lugares mais sujos do planeta aqui

Fonte: Blog Planeta Sustentável - Revista Superinteressante.


sexta-feira, 25 de setembro de 2009

MEIO AMBIENTE VIROU MOEDA DE TROCA

Quando pensei um dia em ter uma área protegida transformada em Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN), uma Unidade de Conservação protegida em caráter perpétuo, tive grande inspiração da Maria Tereza Jorge Pádua, que mostrou um caminho de possibilidades magníficas para a colaboração com o Meio Ambiente. Hoje os desafios são muitos. No seu artigo no O ECO ela diz muita coisa que já pensei em escrever aqui e conversei por aí. Vale a reflexão e o desafio futuro é o Meio Ambiente se encontrar no seu perdido caminho.


QUAL O LIMITE DA DECEPÇÃO?
Maria Tereza Jorge Pádua, no O ECO

As modificações draconianas das normas ambientais, em especial aquelas concernentes ao Código Florestal em vigor no país, ou seja, Lei 4771 de 1965, já se banalizaram a tal ponto que sequer as organizações ambientais mais ferozes estão se mobilizando. É muito preocupante se assistir à derrocada do setor ambiental, sem que a população seja bem informada pela mídia, a ponto de reagir. As próprias autoridades constituídas para cuidarem do meio ambiente propõem constantemente resoluções do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) e modificações da legislação em vigor abrindo as Áreas de Preservação Permanente (APPs) e as Reservas Legais, para não falar de uma corriqueira mudança de categorias de unidades de conservação das mais restritas para as menos restritas.

Tudo vem mudando celeremente em prejuízo claro para a conservação da natureza. Desde que escrevo para Oeco venho constatando e escrevendo sobre as políticas tendenciosas que nossos governantes têm adotado. Meio ambiente virou moeda de troca. As resoluções do CONAMA mais parecem ser dispositivos de ministérios envolvidos profundamente com o Programa de Aceleração do Crescimento, o famoso PAC. Ademais, o próprio CONAMA tem perdido gradativamente as suas atribuições e poderes e é cada dia mais fraco e indeciso. Pior ainda, este governo exerce ameaças constantes e públicas contra o mecanismo de licenciamento ambiental, contra os ambientalistas e até contra os funcionários públicos que cumprem seu dever de exigir trabalho sério das empreiteiras que constroem as obras do governo.

Se pode tudo. Aceitar as “pequenas” centrais hidroelétricas (PCHs) de “baixo impacto ambiental” sem estudos de impacto ambiental, nem relatório de impacto ambiental. E assim as PCHs proliferaram nos rios do Brasil, sem se ter uma visão do que está acontecendo nas bacias ou micro bacias hidrográficas, sem que a sociedade perceba que a maioria provoca sim, grandes impactos ambientais. Comem cachoeiras magníficas, matas ciliares, até capões de araucárias, se interfere no fluxo natural de enchentes e vazantes na planície pantaneira com a maior desfaçatez, se destrói o potencial pesqueiro e se alteram as condições vitais para a fauna. Basta como exemplo, conhecer-se a proposta de PCHs no rio Silveira no Estado do Rio Grande do Sul, que, se autorizadas, afetarão o magnífico Cachoeirão dos Rodrigues e talvez o melhor resquício de mata de araucárias com samambaiaçus gigantes e o fenômeno dos rios que correm paralelos, um deles exatamente o rio Silveira. Para este rio a PCH não tem nada de “pequena”. É, simplesmente, o fim do rio e do enorme potencial turístico da região.

Nas APPs se permite até sistemas agroflorestais sustentáveis, embora se tenha demonstrado até a exaustão que estes sistemas, quando cortam árvores ao invés de plantá-las, são mais que tudo, formas de se provocar mais desmatamentos. Se pode quase tudo nas APPs urbanas, até parques infantis, parques urbanos e ciclovias. Agora também se propõe, e o ministro de meio ambiente parece estar de acordo, que as APPs sejam incluídas nas reservas legais previstas para cada propriedade rural. Mais se propõe que alguns plantios de frutas, ou seja, o uso da permacultura seja considerado factível na Reserva Legal.

Mudam-se constantemente, seja no nível federal ou estadual, categorias de unidades de conservação como Parques Nacionais, Reservas Biológicas e Estações Ecológicas em outras menos restritivas que compõem “um mosaico”, como se o uso do termo salvasse a biodiversidade e /ou os recursos naturais que deveriam ser protegidos para benefício da sociedade. Chega-se ao desplante de chamar as áreas protegidas de “terras congeladas”, como se não tivessem nenhuma utilidade ou objetivo, como se fossem criaturas indesejáveis propostas por lunáticos.

Com tudo isso acontecendo pretende-se, ao mesmo tempo, evitar os desbarrancamentos, as erosões, a sedimentação, as enchentes, as mudanças climáticas, como em um passe de mágica. Claro que o clima também provoca esses fenômenos, mas o uso abusivo do solo, o não se cumprir medidas outrora previstas na legislação, modificada de forma tão irresponsável, acelera as destruições, os desabamentos, as mortes. Por motivos políticos as autoridades constituídas deixam “os pobres” se estabelecerem em áreas de risco, muitas vezes em plenas APPs, que deveriam estar no mínimo cobertas por vegetação natural. Aí quando há mortes a culpa é do clima. E, aproveitando-se da permissividade, os ricos também pulam na ocasião de instalarem residências na beira de rios e nas ladeiras com vista privilegiada.

As áreas protegidas nunca foram tão mal cuidadas ou faladas. Basta que grupos insignificantes de índios, ou quilombolas, ou “populações tradicionais”, bem assessorados por anarquistas, proponham qualquer direito sobre elas, que, sem estudos mais sérios e como que por esmola se dilaceram as unidades de conservação. Dão milhares de hectares, creio que porque nem têm noção do que é um hectare e porque são terras de ninguém e as autoridades do poder público encarregado de administrá-las para o bem comum não as quer na verdade, não lhes importa. Chegou-se ao absurdo de 19 famílias de quilombolas reivindicarem, com o beneplácito das autoridades, mais de 900.000 hectares do Parque Nacional do Jaú, no estado do Amazonas. Há países no mundo que não possuem este tamanho.

A última novidade do CONAMA foi quase aprovar uma minuta de resolução preparada pelo Ministério do Meio Ambiente, ou com sua anuência, e com o beneplácito de ONGs chapa branca diminuindo ou modificando o dispositivo legal ora em vigor que considera restingas APPs. Claro que agora não para agradar os “pobres”, mas os ricos do setor imobiliário que evidentemente querem ocupar as praias e a orla com seus hotéis e resorts de luxo, se possível com campos de golfe, também.

E o que estão fazendo as autoridades federais para interferirem no Código Florestal de Santa Catarina que é flagrantemente contra a disposição da legislação federal? Parece brincadeira se desmatar mais o estado que tanto vem sofrendo com os desastres ditos “naturais”. Digam à população, que se todos tivessem obedecido ao Código Florestal o desastre teria sido muito menor, menos triste, menos prejudicial.

Qual é o limite de irresponsabilidade dos nossos governantes com relação à área ambiental? Já apequenaram o IBAMA, que chegou a ser um órgão respeitado no passado. Já criaram o monstrengo do ICMBio. Já diminuíram o CONAMA. Já compraram a maioria das pequenas ONGs, que hoje são “chapas brancas”. Já fizeram dos órgãos ambientais plataformas para candidaturas de deputados e senadores. Quando vão parar? Qual é o limite que a sociedade desinformada ou mal informada vai aceitar?


quinta-feira, 20 de agosto de 2009

MUDANÇAS CLIMÁTICAS



Cientistas não acreditam em decisão rápida sobre mudanças climáticas
Luana Lourenço - Agência Brasil - 10/08/2009


Além do Protocolo de Quioto

Autor de um dos capítulos do Protocolo de Quioto, justamente o que trata da redução de emissões de gases de efeito estufa para os países industrializados, o físico Luiz Gylvan Meira Filho, ex-vice-presidente do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), acredita que o novo acordo climático global terá que ser bem mais ambicioso que o protocolo e que o processo de negociação desse mecanismo irá muito além da próxima reunião da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre Mudanças Climáticas, marcada para dezembro em Copenhague (Dinamarca).

O Protocolo de Quioto determina a redução em 5% das emissões dos países desenvolvidos entre 2008 e 2012, em relação aos níveis de 1990. Segundo Meira, o acordo é "pífio" do ponto de vista do volume da redução e o regime climático que o complementará tem necessariamente que ser mais rígido. "É uma questão de números. Quioto disse 'vamos reduzir 5%', o que é preciso fazer agora é reduzir 60%", compara.

"É preciso fazer algo muito mais ambicioso, é verdade que em um prazo mais longo, mas quantitativamente muito diferente. Isso vai levar algum tempo, não vai ficar decidido em Copenhague", acrescentou Meira, atualmente ligado ao Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (USP).

Apenas o primeiro passo

A avaliação de que a reunião de Copenhague será o primeiro e não o passo definitivo para a costura do novo acordo climático global também é compartilhada pelo físico e professor da USP Paulo Artaxo. "Não existe uma solução fácil. Sabemos o caminho, que é reduzir as emissões. Isso está sendo negociado lentamente, porque a complexidade do tema é muito grande", afirmou.

A quatro meses do encontro de Copenhague, ainda faltam posições mais precisas dos países sobre o que pretendem fazer para evitar o aquecimento perigoso do planeta, avalia Artaxo. Ele criticou a falta de clareza dos líderes das maiores economias mundiais, que durante encontro em junho concordaram que um aumento de temperatura em 2 graus centígrados é o máximo tolerável, mas não sinalizaram o que farão para alcançar esse objetivo.

"É muito fácil dizer isso sem dizer como fazer e, principalmente, quem vai pagar por isso. Essa discussão restante vai acontecer na COP-15 [Conferência das Partes sobre o Clima, a reunião em Copenhague] e nos próximos 50 anos", avalia.

Teto para os gases de efeito estufa

Mais que concordar com o limite de aquecimento do planeta em 2° C, os países têm que definir um teto para a concentração de gases de efeito estufa na atmosfera, segundo o climatologista e pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Carlos Nobre.

"Esse número hoje é de 450 partes por milhão (ppm) [40% maior que antes da Revolução Industrial]. Os países ricos provavelmente vão defender um número maior, mas a ciência não aprova isso", disse o pesquisador, que é membro do IPCC.

Sem definições líquidas

Nobre diz estar "moderadamente otimista" em relação aos resultados da reunião de Copenhague, porque, segundo ele, o desafio é muito grande. "Acredito que de lá não sairão definições líquidas, certas, prontas. Vai demorar mais um pouco, mais umas duas COPs", avalia.

A perspectiva de mudança da posição norte-americana em relação às mudanças climáticas - sob o comando de Barack Obama - é um bom sinal, segundo o pesquisador. Os Estados Unidos, único país rico a não ratificar o Protocolo de Quioto, deverão ter um peso definitivo para o sucesso de um novo acordo. "O Obama mostrou liderança. Mostrou uma postura completamente diferente de um ano atrás [gestão George W. Bush]. Mas esse é um processo em etapas", pondera.

Foto: Rio Itajaí - seca 2006

terça-feira, 28 de julho de 2009

PASSARINHO? QUE SOM É ESSE?


Esse som assim é o joão-de-barro.


No inverno aqui é quase sempre assim: uma massa de ar polar chega da Argentina e deixa as temperaturas negativas no sul. Desta vez o frio intenso chega até o Acre. Depois, um ciclone extratropical provoca chuvas e ventos de até 60 km por hora. E assim vamos levando "o tempo".

Acho muito engraçados os turistas querendo ver "a neve", que diga-se de passagem quase nunca vêm. Ficam apenas com a geada e uma sensação térmica de -20°. Freezzer. Outro dia, um desses turistas do Rio de Janeiro que vieram passar frio na serra, disse que estava muito frio por lá e que se fizesse essa temperatura no Rio certamente ninguém aguentaria, mas que achavam tudo muito lindo! Vai entender...


Eu costumo dizer assim do tempo: hoje está bonito - de tão feio! A coisa mais sensata a fazer é esquentar-se de qualquer maneira. E esperar o verão chegar para daí sim visitar a Serra-do-Rio-do-Rastro. Sem neve. Cidade vazia. Todo mundo nos balneários (litorâneos). Porque a "manada" vaitodaparaomesmolugar.

Eu vou onde não têm manada. É claro que não vou dizer para onde. Só dei uma dica "fora de estrada". Não quero nenhuma manada me seguindo... Deus me livre, cruz credo!


Dia desses assistindo um programa no discovery channel (sim, porque tv também tem coisas boas), um bando de gnus tentava atravessar um rio da África. Tinha um lugar mais perto e baixo para irem, mas o primeiro "despencou" de um alto barranco ao lado e o trajeto do rio aumentou. Não é que todos seguiram aquele gnu atrapalhado?

Ah, teve um que pensou diferente.

Sempre têm um que pensa diferente, graças a Deus, para felicidade da espécie!

Outro dia uma senhora na minha cidade que sabe do meu cuidado com o meio ambiente fez uma observação: "engraçado como não se vê mais girafas e elefantes nas matas, só no zoológico né"? Disse a ela que esses animais não são da fauna brasileira, que são do continente Africano. Ela insistiu: "tinha sim, eu já vi". Pensei: só uma mudança radical de cultura para a educação ambiental atingir seu objetivo.


Sabe aquele tipo de gente que acha ser o porta-voz de uma espécie animal, arranja um "ghost writer" que escreve por ele na internet da vida, posa como um "deus ecológico" e odeia a humanidade? Você já deve ter ouvido falar de um desses "messias". Ele diz que vida de ambientalista é muito difícil. É mesmo. Assim como a vida dos lixeiros, dos garis, do pescador, do padeiro, da dona de casa. Quer vida fácil? Vai ser Senador, compre uma ilha, ponha a família para trabalhar por doze mil reais de salário e coloque nos atos secretos.

Fotos: Arquivo pessoal. Personalizado. Paisagem com Sol, com dia branco, com João-de-barro, com Chris, Tom & Fê.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

PIRIGUELA



Piriguela pode ser qualquer coisa. Novo, velho, usado, ousado, carinhoso, misterioso, sorridente para não dizer feliz, calado quando lhe convém, com bastante trabalho para fazer, sem vontade de escrever nada, triste por não comer jabuticaba no inverno, feliz por comer tangerina, sonolento com novas coisas, preguiçoso com as velhas, pragmático apenas com a rotina, observador de poeiras, de formato das nuvens, de pôr-do-sol.

Piriguela pode ser dor-de-cabeça, de cotovelo e até de barriga.

Piriguela pode ser aquele que pensa em salvar o planeta protegendo os animais que nele vivem.

Pode ser esse mesmo odiando as pessoas do planeta.

Pode ser a solução sustentável do mundo capitalista do desperdício.

Pode ser o "HAMMER" que era do Romário.

Pode ser quem pensa pequeno gastando água e energia elétrica a tôa.

Pode ser o medo de não ser.

Pode ser música.

Pode ser preguiça de dizer.

Pode ser, enfim, um nome com infinitas formas de expressão.

Pode ser tudo, mas jamais pense nesse palavrão.

Desenho: Fernandinha quando tinha 6 anos e desenhou o "Piriguela". Hoje ela tem 12.

domingo, 12 de julho de 2009

NOVA FOTO DO BLOG CHRIS LONTRA


Meu blog está com nova foto no pedaço...
Num belo ensaio que a natureza proporcionou, cliquei este momento que agora enfeita este espaço que curto muito escrever. Não preciso de esforço para clicar. Olhar, perceber, sentir e traduzir.
Aproveito para comemorar os quarenta anos que o homem pisou na lua - que será no próximo 20 de julho.
Será que um dia vou fotografar a Terra de lá? Enquanto isso não acontece, faço isso com a lua!

quinta-feira, 25 de junho de 2009

CADÊ A CASINHA DO JOÃO-DE-BARRO?

Em 2006, morando no mesmo local que hoje, cliquei a casinha de um amigo meu. Não era um amigo qualquer. Era um João-de-barro.


Singela morada localizada no terreno atrás de minha casa, era feita de barro e sustentada por um pé de pínus.


Todos os dias meu amigo vinha degustar minhocas e insetos no meu gramado e no final da tarte brindava o dia com sua música magnífica.


Os anos se passaram e meu amigo joão-de-barro teve vários filhos e netos... mas olhe bem para a foto: arrancaram a sua casinha. E porquê?


Sei que o restante da família ainda anda por aqui, embora tenha que se esconder em lugares cada vez mais longe e de mais difícil acesso.


Aqui ele anda no quintal de casa à procura de minhocas... e tenta sobreviver nesse ecossistema cada vez mais suprimido!

domingo, 7 de junho de 2009

GOOD-BYE, GM!

Crise Mundial?
Talvez estejamos inaugurando a nova era.
Veja o interessante texto abaixo e saiba porque a crise pode ser uma saída para o mundo sustentável:



Good-bye, GM!


por Michael Moore,


traduzido daqui

Escrevo na manhã que marca o fim da toda-poderosa General Motors. Quando chegar a noite, o Presidente dos Estados Unidos terá oficializado o ato: a General Motors, como conhecemos, terá chegado ao fim. Estou sentado aqui na cidade natal da GM, em Flint, Michigan, rodeado por amigos e familiares cheios de ansiedade a respeito do futuro da GM e da cidade. 40% das casas e estabelecimentos comerciais estão abandonados por aqui. Imagine o que seria se você vivesse em uma cidade onde uma a cada duas casas estão vazias. Como você se sentiria? É com triste ironia que a empresa que inventou a "obsolescência programada" - a decisão de construir carros que se destroem em poucos anos, assim o consumidor tem que comprar outro - tenha se tornado ela mesma obsoleta. Ela se recusou a construir os carros que o público queria, com baixo consumo de combustível, confortáveis e seguros. Ah, e que não caíssem aos pedaços depois de dois anos. A GM lutou aguerridamente contra todas as formas de regulação ambiental e de segurança. Seus executivos arrogantemente ignoraram os "inferiores" carros japoneses e alemães, carros que poderiam se tornar um padrão para os compradores de automóveis. A GM ainda lutou contra o trabalho sindicalizado, demitindo milhares de empregados apenas para "melhorar" sua produtividade a curto prazo. No começo da década de 80, quando a GM estava obtendo lucros recordes, milhares de postos de trabalho foram movidos para o México e outros países, destruindo as vidas de dezenas de milhares de trabalhadores americanos. A estupidez dessa política foi que, ao eliminar a renda de tantas famílias americanas, eles eliminaram também uma parte dos compradores de carros. A História irá registrar esse momento da mesma maneira que registrou a Linha Maginot francesa, ou o envenenamento do sistema de abastecimento de água dos antigos romanos, que colocaram chumbo em seus aquedutos. Pois estamos aqui no leito de morte da General Motors. O corpo ainda não está frio e eu (ouso dizer) estou adorando. Não se trata do prazer da vingança contra uma corporação que destruiu a minha cidade natal, trazendo miséria, desestruturação familiar, debilitação física e mental, alcoolismo e dependência por drogas para as pessoas que cresceram junto comigo. Também não sinto prazer sabendo que mais de 21 mil trabalhadores da GM serão informados que eles também perderam o emprego. Mas você, eu e o resto dos EUA somos donos de uma montadora de carros! Eu sei, eu sei - quem no planeta Terra quer ser dono de uma empresa de carros? Quem entre nós quer ver 50 bilhões de dólares de impostos jogados no ralo para tentar salvar a GM? Vamos ser claros a respeito disso: a única forma de salvar a GM é matar a GM. Salvar a preciosa infra-estrutura industrial, no entanto, é outra conversa e deve ser prioridade máxima. Se permitirmos o fechamento das fábricas, perceberemos que elas poderiam ter sido responsáveis pela construção dos sistemas de energia alternativos que hoje tanto precisamos. E quando nos dermos conta que a melhor forma de nos transportarmos é sobre bondes, trens-bala e ônibus limpos, como faremos para reconstruir essa infra-estrutura se deixamos morrer toda a nossa capacidade industrial e a mão-de-obra especializada? Já que a GM será "reorganizada" pelo governo federal e pela corte de falências, aqui vai uma sugestão ao Presidente Obama, para o bem dos trabalhadores, da GM, das comunidades e da nação. 20 anos atrás eu fiz o filme "Roger & Eu", onde tentava alertar as pessoas sobre o futuro da GM. Se as estruturas de poder e os comentaristas políticos tivessem ouvido, talvez boa parte do que está acontecendo agora pudesse ter sido evitada. Baseado nesse histórico, solicito que a seguinte ideia seja considerada:


1. Assim como o Presidente Roosevelt fez depois do ataque a Pearl Harbor, o Presidente (Obama) deve dizer à nação que estamos em guerra e que devemos imediatamente converter nossas fábricas de carros em indústrias de transporte coletivo e veículos que usem energia alternativa. Em 1942, depois de alguns meses, a GM interrompeu sua produção de automóveis e adaptou suas linhas de montagem para construir aviões, tanques e metralhadoras. Esta conversão não levou muito tempo. Todos apoiaram. E os nazistas foram derrotados. Estamos agora em um tipo diferente de guerra - uma guerra que nós travamos contra o ecossistema, conduzida pelos nossos líderes corporativos. Essa guerra tem duas frentes. Uma está em Detroit. Os produtos das fábricas da GM, Ford e Chrysler constituem hoje verdadeiras armas de destruição em massa, responsáveis pelas mudanças climáticas e pelo derretimento da calota polar. As coisas que chamamos de "carros" podem ser divertidas de dirigir, mas se assemelham a adagas espetadas no coração da Mãe Natureza. Continuar a construir essas "coisas" irá levar à ruína a nossa espécie e boa parte do planeta. A outra frente desta guerra está sendo bancada pela indústria do petróleo contra você e eu. Eles estão comprometidos a extrair todo o petróleo localizado debaixo da terra. Eles sabem que estão "chupando até o caroço". E como os madeireiros que ficaram milionários no começo do século 20, eles não estão nem aí para as futuras gerações. Os barões do petróleo não estão contando ao público o que sabem ser verdade: que temos apenas mais algumas décadas de petróleo no planeta. À medida que esse dia se aproxima, é bom estar preparado para o surgimento de pessoas dispostas a matar e serem mortas por um litro de gasolina. Agora que o Presidente Obama tem o controle da GM, deve imediatamente converter suas fábricas para novos e necessários usos.


2. Não coloque mais US$30 bilhões nos cofres da GM para que ela continue a fabricar carros. Em vez disso, use este dinheiro para manter a força de trabalho empregada, assim eles poderão começar a construir os meios de transporte do século XXI.


3. Anuncie que teremos trens-bala cruzando o país em cinco anos. O Japão está celebrando o 45o aniversário do seu primeiro trem bala este ano. Agora eles já têm dezenas. A velocidade média: 265km/h. Média de atrasos nos trens: 30 segundos. Eles já têm esses trens há quase 5 décadas e nós não temos sequer um! O fato de já existir tecnologia capaz de nos transportar de Nova Iorque até Los Angeles em 17 horas de trem e que esta tecnologia não tenha sido usada é algo criminoso. Vamos contratar os desempregados para construir linhas de trem por todo o país. De Chicago até Detroit em menos de 2 horas. De Miami a Washington em menos de 7 horas. Denver a Dallas em 5h30. Isso pode ser feito agora.


4. Comece um programa para instalar linhas de bondes (veículos leves sobre trilhos) em todas as nossas cidades de tamanho médio. Construa esses trens nas fábricas da GM. E contrate mão-de-obra local para instalar e manter esse sistema funcionando.


5. Para as pessoas nas áreas rurais não servidas pelas linhas de bonde, faça com que as fábricas da GM construam ônibus energeticamente eficientes e limpos.


6. Por enquanto, algumas destas fábricas podem produzir carros híbridos ou elétricos (e suas baterias). Levará algum tempo para que as pessoas se acostumem às novas formas de se transportar, então se ainda teremos automóveis, que eles sejam melhores do que os atuais. Podemos começar a construir tudo isso nos próximos meses (não acredite em quem lhe disser que a adaptação das fábricas levará alguns anos - isso não é verdade)


7. Transforme algumas das fábricas abandonadas da GM em espaços para moinhos de vento, painéis solares e outras formas de energia alternativa. Precisamos de milhares de painéis solares imediatamente. E temos mão-de-obra capacitada a construí-los.


8. Dê incentivos fiscais àqueles que usem carros híbridos, ônibus ou trens. Também incentive os que convertem suas casas para usar energia alternativa.


9. Para ajudar a financiar este projeto, coloque US$ 2,00 de imposto em cada galão de gasolina. Isso irá fazer com que mais e mais pessoas convertam seus carros para modelos mais econômicos ou passem a usar as novas linhas de bondes que os antigos fabricantes de automóveis irão construir. Bom, esse é um começo. Mas por favor, não salve a General Motors, já que uma versão reduzida da companhia não fará nada a não ser construir mais Chevys ou Cadillacs. Isso não é uma solução de longo prazo. Cem anos atrás, os fundadores da General Motors convenceram o mundo a desistir dos cavalos e carroças por uma nova forma de locomoção. Agora é hora de dizermos adeus ao motor a combustão. Parece que ele nos serviu bem durante algum tempo. Nós aproveitamos restaurantes drive-thru. Nós fizemos sexo no banco da frente - e no de trás também. Nós assistimos filmes em cinemas drive-in, fomos à corridas de Nascar ao redor do país e vimos o Oceano Pacífico pela primeira vez através da janela de um carro na Highway.

10. E agora isso chegou ao fim. É um novo dia e um novo século. O Presidente - e os sindicatos dos trabalhadores da indústria automobilística - devem aproveitar esse momento para fazer uma bela limonada com este limão amargo e triste. Ontem, a último sobrevivente do Titanic morreu. Ela escapou da morte certa naquela noite e viveu por mais 97 anos. Nós podemos sobreviver ao nosso Titanic em todas as "Flint - Michigans" deste país. 60% da General Motors é nossa. E eu acho que nós podemos fazer um trabalho melhor.



Yours,

Michael Moore

sexta-feira, 5 de junho de 2009

DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE 05/06/2009

Já "pisoteamos" tanto a nossa casa... Conseguimos chegar até aos inimagináveis lugares... Até quando nosso planeta vai aguentar tudo isso?

O documentário HOME, NOSSA CASA, NOSSO PLANETA - que estreia hoje, 05 de junho para comemorar o DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE, vai mostrar lugares fabulosos e outros nem tanto que existem no nosso planeta. Veja o trailer abaixo e encha seus olhos com "quero um pouco mais de minha casa":



PS: Querido planeta, espero que nós consigamos reverter os males terríveis que lhe acometemos. Nós podemos reverter esse quadro. YES, WE CAN!

sexta-feira, 15 de maio de 2009

SC EM CENA - MUNDO SELVAGEM - RBS TV/PLURAL FILMES



UM BELO DOCUMENTÁRIO DA PLURAL FILMES MOSTRA O "MUNDO SELVAGEM" EM SANTA CATARINA.

SINOPSE:

A especulação imobiliária, o crescimento do agronegócio, a indústria madereira, a pecuária, a criação de pequenas centrais hidrelétricas.
Enquanto a sociedade busca o chamado "progresso" e "desenvolvimento", a vida original das áreas florestais de Santa Catarina vive em processo de rápida degradação. Os animais estão, a cada dia, mais encurralados, vivendo sobre pressão, presenciando a destruição de seus habitats.

Mundo Selvagem revela a vida animal em torno dos centros urbanos e as possibilidades para a coexistência "Homem-Natureza", numa relação de sustentabilidade.

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terça-feira, 12 de maio de 2009

A ÁGUA, GISELE BÜNDCHEN E O VÍDEO FAÇA A SUA PARTE!


Claro que é renovável!

Muitos procuram o meu blog pesquisando mais a fundo sobre a água. Mas na grande maioria das buscas surge uma dúvida – ela é ou não renovável? Como já publiquei AQUI uma vez, é renovável sim. Mas esse recurso natural está cada vez mais saturado no mundo com a poluição e o mau uso está prejudicando as nascentes. O desmatamento desenfreado vai deixando a terra desnuda, sem floresta, limitando o ciclo de renovação.

Gisele Bündchem conta no vídeo abaixo um pouco mais sobre a água para você. Aliás, a Gisele é daquelas pessoas que usa sua influência no mundo inteiro dando o seu exemplo fazendo muito pelo meio ambiente. Dê uma olhadinha no site da estrela, AQUI!





sábado, 18 de abril de 2009

MUNDO ANIMAL

Nessa amoreira algo lembra o mapa do Brasil...



E olhando de pertinho parece mais ainda!


São insetos que fizeram sua morada na amoreira que fica nada menos que no quintal de minha casa.


O belo formato lembrando o mapa do Brasil foi uma estratégia para se tornarem maiores e se defenderem dos possíveis predadores.

Mas à noite a amoreira recebe mais visitantes... Como este gambá-de-orelha-branca (Didelphis albiventris).



Quem mais por aqui passou?

Certamente essa amoreira terá mais histórias para contar!

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

TODAS AS MATAS


MATA
Uma Mata é um conjunto de árvores e todos os seres que nela vivem.
Antes de ser um corredor verde que preserva os recursos naturais utilizados por nós, é VIDA que brota de pequenas sementes.
SEMENTE
Quando nasce, vira um pequeno arbusto ou uma grande árvore que abriga uma infinidade de seres vivos microscópicos e macroscópicos, lar para a vida.
ÁRVORES
O conjunto delas faz a floresta, um verdadeiro filtro da poluição vinda de todos os lugares do planeta.
Tem ÁRVORE que é muito grande.
Tem ÁRVORE que é muito pequena.
Tem ÁRVORE que nem sabemos que existe.
Tem ÁRVORE que é centenária.
Tem ÁRVORE invasora.
Tem ÁRVORES que seguram a enchente dos rios.
Tem ÁRVORES que nascem apenas para que outras maiores cresçam.
Tem ÁRVORES, ÁRVORES e mais ÁRVORES.
E, ainda bem tem bastante gente no mundo que quer protegê-las.
Como um órgão importante do nosso planeta, cada um de nós pode abraçar essa causa.
Uma ÁRVORE pode ser a ponte para o amanhã.
Uma ÁRVORE pode, com sua ajuda, viver para sempre.
Porque uma mata deixa seus descendentes e dessa maneira perpetuará a vida!
Ela nos adotou. Adote você também uma ÁRVORE.


Fotos web e RPPN RIO DAS LONTRAS





O cedro (Cedrela fissilis) desta foto é a maior árvore de Santa Catarina. Possui mais de 300 anos, 28 metros de altura e 3,6 metros de diâmetro. Fica na Reserva Florestal da Epagri/Embrapa no município de Caçador.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Falta dizer…


A matéria ABAIXO já está velhinha e eu nem passei aqui para comentar que o “seu Sarney” ganhou a Presidência do Senado. Mas alguém tinha dúvida? Improvável… “Aquilo” lá é pior que novela. É um novelo triste e repetitivo da nossa história.

Mas falta dizer…


…que o Carnaval taí e vou curtir como um bom feriado. Quero ir pro mato, correr no mato, escutar o mato, trombar no mato, mergulhar no mato, namorar no mato, olhar o mato, apalpar o mato e se possível, comer mato!

Porque é apenas mais um feriado e eu desejo ouvir todo aquele skindôlele do mato!

E você sabe que determinada gente chegou perto de mim e disse assim: “esse pessoal faz todo ano a mesma coisa, vai viajar, topa ficar horas em filas, entope as estradas e as praias como gados. Os mesmos que compram, compram e compram, sem parar pois seguem “o sistema” à risca.” Pois então, advinhe o que ele mesmo vai fazerTAMBÉM no carnaval? (rsrsrs³)


Quer saber o que ando tanto fazendo? Dê uma passadinha no blog da RPPN RIO DAS LONTRAS. Vai saber…